Sem escalas

Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, o governo dos EUA numa tentativa de deixar os vôos comerciais mais seguros iniciou um programas de agentes especiais aéreos, onde agentes especiais se camuflam entre os passageiros e em caso de problema com o vôo são responsáveis pela sua segurança. Esse é o trabalho do Agente Especial Bill (Liam Neeson).
Bill é um ex-policial da cidade de Nova Iorque que após perder sua filha para um câncer terminal foi designado para essa divisão da segurança dos EUA.

Ao subir no avião, Bill, que se comunica com outros agentes através de uma rede fechada de comunicação, recebe mensagens de um remetente desconhecido. As mensagens dizem que Bill deve conseguir 150 milhões de dólares e depositar numa conta bancária em 20 minutos senão um de seus passageiros irá morrer. Logo pensa ser um trote de seu colega que também está a bordo, porém, quando o primeiro passageiro morre no exato horário combinado, Bill leva o terrorista a sério e começa uma busca silenciosa contra aquele que ameaça a segurança de seus passageiros.
Ao longo da história, Bill segue procurando esse maníaco que ameaça todas as 150 pessoas à bordo e quanto mais procura, mais vai entendendo que o objetivo de seu algoz não é o dinheiro, mas sim, mostrar a fragilidade do agente em proteger essas pessoas.

Bill é um policial exonerado após a morte de sua filha, divorciado e alcoólatra, simplesmente o homem perfeito a ser escolhido para se incriminar se não fosse seu modo #badass entrar em ação e não o deixa descansar enquanto não salvar à todos.

Sem escalas é realmente um filme de ação com um ótimo suspense capaz de prender você até sua pipoca esfriar ou o refrigerante voltar a ser xarope. Um suspense que supera a ação proposta que ao final nos deixa a sensação de valer o ingresso pago e o tempo utilizado no final de semana de carnaval. Simplesmente uma ótima surpresa.

Nota: 8,5